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domingo, 26 de junho de 2016

MAGÉ PASSA A TER DUAS UNIDADES DO PROCON

Com a inauguração de mais uma unidade do PROCON, desta vez em Magé, sede do Município, o Dr. João Roberto, diretor geral do PROCON falou ao REDATOR sobre a importância de um órgão desta envergadura em uma cidade. Em Magé, a importância é dobrada, pois a partir de então a cidade passa a contar com duas unidades - já existe uma em Piabetá, no sexto distrito.
"O PROCON é um balcão da dignidade social. É onde o cidadão faz valer seus direitos de consumidor. Houve um tempo em que o consumidor só contava com aquela frase de que o freguês está sempre com a razão, mas isso não funcionava na vida real. O PROCON trouxe isso à realidade, e tenho grande orgulho de fazer parte de tudo isso." diz o diretor geral.

terça-feira, 7 de junho de 2016

Grêmio Musical Mageense conquista Prêmio Heloneida Studart de Cultura

O Grêmio Musical Mageense conquistou o Prêmio Heloneida Studart de Cultura 2016 conferido pela Comissão de Cultura da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, por indicação do advogado e historiador Antônio Seixas, membro do Conselho Nacional de Política Cultural/MinC.
O Grêmio Musical Mageense, fundado em 15 de julho de 1957, e reconhecido como de Utilidade Pública do Estado do Rio de Janeiro desde 1989 e declarado Patrimônio Cultural Imaterial de Magé desde 2014, é presidido há 13 anos por Alfredo Brandão.
A solenidade de entrega do Diploma acontecerá no dia 13 de junho de 2016, às 18:30h, em Sessão Solene no plenário da ALERJ, na Rua Primeiro de março, s/nº, Palácio Tiradentes, Centro, Rio de Janeiro.

Diploma Heloneida Studart de Cultura 2016

Selecionados/as
Cidade Sede
Áreas de Atuação
1
Associação Cultural e Social Lona na Lua
Rio Bonito
Artes Integradas, Circo, Culturas Populares, Dança, Literatura, Livro e Leitura, Teatro
2
Agência de Notícia das Favelas – ANF
Rio de Janeiro
Arte Digital, Culturas Populares, Literatura, Livro e Leitura, Comunicação Comunitária
3
Associação Cultural para Desenvolvimento de Tecnologias Humanas - Instituto DAGAZ
Volta Redonda
Artes Integradas, Artes Visuais, Circo, Culturas Afro-Brasileiras, Dança, Literatura, Livro e Leitura, Música, Patrimônio Imaterial, Teatro
4
Cecília Fernandez Conde
Niterói
Música
5
Cecip Centro de Criação de Imagem Popular - Projeto Tv Maxambomba
Rio de Janeiro
Culturas Populares, Patrimônio Imaterial
6
Coletivo Carnavalesco Tá Pirando, Pirado, Pirou!
Rio de Janeiro
Artes Integradas, Culturas Populares, Música
7
Cooperativa Nós Da Trama 
Araruama
Artesanato, design
8
Fetaerj - Federação de Teatro Associativo do Estado do Rio de Janeiro
Rio de Janeiro
Teatro
9
Flávia da Silva Pinto
Rio de Janeiro
Culturas Afro-Brasileiras
10
Flupp - Festa Literária Das Periferias (ACEC)
Rio de Janeiro
Literatura, Livro E Leitura
11
Fórum Cultural da Baixada Fluminense
Duque de Caxias
Artes Integradas, Culturas Populares
12
Grêmio Musical Mageense
Magé
Música
13
Grêmio Recreativo Escola de Samba Estação Primeira de Mangueira
Rio de Janeiro
Culturas Populares
14
Grupo Artêros de Angra
Angra Dos Reis
Teatro
15
Grupo Gama
Nova Friburgo
Teatro
16
Herikson Oliveira da Silva ( Herik Wooleefer)
Rio de Janeiro
Artes Integradas, Artes Visuais, Culturas Afro-Brasileiras, Culturas Indígenas
17
Instituto Ciclos do Brasil
Rio de Janeiro
Literatura, Livro E Leitura
18
Instituto Henfil
Rio de Janeiro
Arquivos, Artes Visuais, Literatura, Livro E Leitura, Patrimônio Imaterial, Patrimônio Material
19
Jaime Arôxa
Rio de Janeiro
Dança
20
Leticia Sabatella
Rio de Janeiro
Artes Cênicas
21
Luiz Eduardo de Castro Caon
Rio de Janeiro
Arte Digital, Artes Integradas, Artes Visuais, Culturas Populares
22
Luiz Sacopã
Rio de Janeiro
Culturas Afro-Brasileiras
23
Marcio Paes Selles
Niterói
Música
24
O Melhor da Baixada
Nova Iguaçu
Culturas Populares, Literatura, Livro E Leitura, Patrimônio Imaterial, Valorização de Uma Região
25
PIM - Programa Integração Pela Música / Sociedade Musical N. S. da Conceição
Vassouras
Arte Digital, Culturas Afro-Brasileiras, Culturas Populares, Música, Patrimônio Imaterial
26
Ponto de Ação Cultural
Barra Mansa
Artes Integradas, Artes Visuais, Artesanato, Culturas Afro-Brasileiras, Culturas Populares, Patrimônio Imaterial, Teatro
27
Sociedade Musical Euterpe Lumiarense (SMEL)
Nova Friburgo
Música
28
Tania Maria Rodrigues – Yalorixá Tânia D´Iansã
Niterói
Culturas Afro-Brasileiras

quarta-feira, 27 de abril de 2016

NALIN NÃO SERÁ CANDIDATO A PREFEITO DE MAGÉ

Deputado federal por seis meses, José Augusto Nalin acaba de devolver o cargo ao até então ministro das Ciências e Tecnologias, Celso Pansera, e anda novamente circulando pelos bastidores da política mageense, onde vem fortalecendo laços e vendo seu nome crescer nas especulações de cunho partidário. Inicialmente, Nalin afirma não ter pretensão de concorrer a uma cadeira no Palácio Anchieta. Ele afirma que o pré-candidato do partido é o Ricardo da Karol. Ao mesmo tempo, afirma que sempre criticou o fato de um político eleito deputado vir depois candidato a prefeito. "O povo me elegeu pra ser deputado federal. Se eu tiver a oportunidade de exercer o mandato, depois o povo vai avaliar e dizer se eu fui bem ou não, e se mereço ou não vir a prefeito.", disse a um portal da cidade. Nalin diz que acha saudável agir assim, para criar novas lideranças. 
Sobre a relação com o ex-prefeito Nestor Vidal, do mesmo partido, Nalin afirma que se trata de uma relação amistosa. Politicamente, nada mais. Cita, inclusive, o fato de Nestor ter apoiado Marco Antonio Cabral nas últimas eleições. Sobre Rafael Tubarão, atual prefeito, Nalin prefere ser neutro. Afirma que no período entre o processo e a cassação de Nestor, ele estava em Brasília. Não tinha muitas informações do que ocorria. Disse que anda existe uma liminar a ser julgada, e prefere ser mero expectador. Voltando ao assunto Ricardo da Karol para prefeito mageense, Nalin disse ainda não haver um nome para vice. Desconversa quando o assunto é a coordenação de campanha nas mãos do ex-prefeito Rosan Gomes, recentemente preso, não sem antes afirmar que "o voto dele e de quem mais ele pedir pra votar, são bem-vindos.".
Ao mesmo portal, Nalin diz acreditar que, se eleito, Ricardo da Karol será um grande prefeito, e não eleito, será também uma decisão do povo a ser respeitada. Para ele, o que não existe mesmo é um salvador da pátria, e uma só pessoa não resolve nada. É aí que aponta um time com o qual diz que o Município de Magé contará, diante da eleição de Ricardo: O próprio Ricardo na prefeitura, dezessete vereadores, o deputado estadual Renato Cozzolino e ele, José Augusto Nalin, deputado federal. O grande problema é que o povo mageense não tem visto ninguém fazer nenhum golzinho em favor da cidade, mesmo. Só gol contra.

segunda-feira, 11 de abril de 2016

CONFUSÃO E PERIGO NO CENTRO DE PIABETÁ.

No centro de Piabetá, um trecho causa muita preocupação, devida à grande confusão gerada pelo descaso e a desorganização da prefeitura de Magé. Na Rua São Fidélis, a partir da igreja católica, o acúmulo de motos e carros de transporte ilegal, especialmente em frente aos espaços de entrada e saída de mercadorias para o comércio gera caos e perigo. É grande o acúmulo de veículos que prejudicam o trânsito e confundem motoristas e pedestres. O risco de atropelamentos e os transtornos para motoristas de caminhões de entregas é grande e ninguém encontra uma solução para o fim dessa bagunça. Uma confusão que seria resolvida facilmente, se a prefeitura de Magé fizesse valer a lei e seu propalado código de postura.

quinta-feira, 7 de abril de 2016

PREFEITO DE MAGÉ ESTÁ CASSADO - PELO MENOS POR ENQUANTO

A Câmara Municipal de Magé votou neste 7 de abril, pela cassação do Prefeito Nestor Vidal, contra o qual foram apresentadas várias denúncias, entre elas a de superfaturamento na contratação da empresa Adm Golden Car  Multimarcas Ltda, que operava com reboques ilegais. O endereço dessa empresa era, na verdade, de uma marmoraria. Dos 17 vereadores, 12 estavam presentes, e todos eles votaram a favor da cassação. Não estavam presentes os vereadores Werner Saraiva, Carlos Prata, Betinho da Guarani e Rafael Tubarão. O vereador Portugal preferiu se retirar da sessão na hora da votação, para se abster.
Um relatório do Tribunal de Contas do Estado (TCE), aponta que só na principal acusação contra Nestor houve dano de mais de R$ 360 mil aos cofres municipais. E além dos casos de superfaturamento, pesaram acusações e provas de nepotismo na Secretaria municipal de Educação seguidas de irregularidades no convênio entre a municipalidade e a Clínica da Cidade, que tinha Nestor como sócio antes de assumir o a cadeira municipal. Houve também superfaturamento na merenda escolar. As infrações político-administrativas estão elencadas no art. 4º do Decreto-lei nº 201/1967, sendo apuradas pelo órgão legislativo municipal, e seguido pelo rito previsto. 
Pessoas ligadas ao governo, que preferiram não se identificar, garantem que Nestor Vidal tentará reverter toda a situação na justiça. A população espera que a cidade se restabeleça de tantas reviravoltas e alguém confiável, descomprometido com grupos e interesses venha a assumir o poder executivo municipal até as próximas eleições.

terça-feira, 15 de março de 2016

O SONO DOS MAGEENSES

Se o então vice-prefeito Cláudio da Pakera tivesse sido bem mais consistente ao fazer aquelas denúncias (lembram?) contra o prefeito Nestor Vidal na Câmara Municipal de Magé, as coisas não estariam tão mais complicadas do que já estavam. Complicadas para o povo, amunicipalidade, mas fáceis para Nestor e sua cúpula. Estes seguem maislivres do que nunca, impunes e certos da permanência dessa impunidade.
Cláudio da Pakera foi, no mínimo, destemperado e covarde ao simplesmente jogar suas denúncias e se retirar do cargo, talvez porque fosse comprometedor também para ele, se os vereadores mageenses fossempolíticos sérios, corajosos e espojados da ambição desmedida inerentea eles.  Não são. E sendo assim, lá estão os documentos apresentados por Cláudio, que se configuram provas muito fortes, mas nada foi nem está sendo investigado. 
Quem lideraria tais investigações acabou por morrer, e um possível fechamento bom para todos, entre executivo e legislativo deu fim a qualquer especulação sobre as denúncias e os documentos apresentados. Magé permanece no marasmo político, no abafamento popular da revolta, nas negociatas para que tudo dê em nada, e logo enfrentaremos mais uma eleição com os mesmos nomes e/ou nomes indicados por estes. 
Não há para onde fugirmos, diante dos que já se apresentam como candidatos tanto ao Palácio Anchieta quanto à casa legislativa. Não há ninguém que mereça ser levado a sério. Tomara que os mageenses acordem.

terça-feira, 8 de março de 2016

CASO PONTE DA ILHA: SÓ MAIS UMA DEMONSTRAÇÃO DO DESCASO DE NESTOR

Equipe do RJTV da rede Globo de Televisão esteve mais uma vez no bairro Ilha, em Piabetá, para ver as condições da ponte que liga esse bairro ao bairro Pau Grande, também no sexto distrito de Magé, pela qual antes transitavam carros, mas agora só passam pedestres e motociclistas. A prefeitura prometeu, na última vez que a equipe esteve no local, que a ponte estaria reformada e pronta para comportar novamente a passagem de carros, mas não cumpriu. Mais uma vez, como sempre fazem com o povo mageense, Nestor Vidal e sua equipe desprezaram totalmente os apelos da comunidade que vê o bairro Ilha mais ilha do que nunca. Isolado.
Não é somente neste quesito que a prefeitura de Magé trata o povo com desprezo, desrespeito e deboche. A cidade de Magé vem sofrendo com o abandono total, desde o dia em que a equipe ora no poder tomou posse, com grandes promessas de uma Magé melhor do que aquela oprimida por outro grupo durante mais de trinta anos. Foram muitas as comemorações, os gritos de liberdade, para pouco tempo depois todos descobrirem que nunca foram felizes, mas eram menos infelizes e não sabiam. Magé está mais às baratas do que nunca, em todos os setores: Escolas em estado precário, caindo aos pedaços, e com falta de profissionais, estradas esburacadas em todos os bairros, a segurança cada vez mais comprometida, saúde em estado de calamidade, e o desemprego a cada dia mais assustador, não apenas em consequência da crise nacional, mas principalmente por causa dos desmandos municipais. O caso da ponte é apenas um detalhe, diante de tudo.
É triste concluirmos que as coisas continuarão desta forma, enquanto esse grupo estiver no poder, e temos, ao mesmo tempo, grande temor de qualquer grupo que doravante pretenda governar este município. Olhamos de um lado a outro e não vemos sequer um nome, dos que se apresentam, capaz de gerir esta cidade e formar uma equipe capaz, de boa fé e comprovada competência para fazer de Magé um Município viável.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

MAGÉ, CASSAÇÃO E CRIME: CADÊ AS PROVIDÊNCIAS?

Paulo César dos Santos

Às vésperas de completar quatro anos como vice de um prefeito cujo mandato se revelou desastroso já nos primeiros meses, Cláudio da Pakera resolveu sair do governo no qual chegou a ocupar algumas secretarias importantes, da forma mais litigiosa possível: denunciando as mazelas, ilegalidades, irregularidades e ações arbitrárias de Nestor Vidal, além de acusar, a Câmara, em sessão ordinária. de omissão. Quase no fim do ano passado, antes do recesso da Câmara Municipal de Magé, Cláudio adentrou aquela casa e despejou todas as denúncias, mais em forma de desabafo do que denúncias, propriamente, mas desafiando os vereadores a tomar providências; investigar; cumprir seu papel de poder legislativo.
A movimentação em torno do assunto ainda não deu em nada substancial que leve a ter esperanças na justiça feita, mas deu uma boa desmascarada no prefeito mageense. Ao mesmo tempo, deu também uma boa desmascarada em maioria dos vereadores, que no início bradaram, prometeram fazer e acontecer, depois começaram a se calar, e logo após bandearam sua simpatia para o executivo. Há até rumores de que alguns andaram por Teresópolis, área real de Nestor, com quem almoçaram e trataram de assuntos que ninguém sabe. Ou todo mundo sabe. 
Nestor, por sua vez, ao ser interpelado por um órgão de notícias de Teresópolis disse que o seu ex-vice estaria magoado por ter sido abandonado pelo próprio partido (PMDB), no qual seria pupilo ou afilhado político do Deputado Federal Washington Reis. O PMDB é também o partido de Nestor. Mediante essas declarações, Cláudio da Pakera se calou, não se fez mais presente nos bastidores políticos de Magé, e resolveu tocar sua vida, com a promessa de que não seria candidato a nada, mas de que procuraria pessoa séria para apoiar nas próximas eleições.
E todo esse rebuliço em torno de uma possível futura cassação de Nestor Vidal pode ter sido a causa de uma tragédia: o vereador Geraldão, assassinado há pouco mais de um mês, era presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito na qual se investigavam as denúncias contra Nestor. Há rumores de que Geraldão já tivesse em mãos diversos documentos comprobatórios das acusações contra o prefeito: superfaturamento, licitação fraudulenta, notas frias, funcionários fantasmas entre tantas outras. Registre-se ainda, que Geraldão foi assassinado no pátio da Câmara Municipal de Magé às 22h do dia 13 de janeiro de 2016, com a casa em recesso e sem nenhuma sessão extraordinária.
Indagado sobre a morte de Geraldão, Cláudio da Pakera foi frio; disse que sabe que na política existem essas coisas, mas que, "graças a Deus" ele estava fora da política e agora só queria cuidar da própria vida e de sua família. Atitude nada humana, coerente nem ética de quem usufruiu do bem público por alguns anos e teve a confiança de uma população que deseja saber o que é feito de crimes como esse, não exatamente por amor às vítimas, mas pelo direito de tomar ciência do que acontece na cidade e quais são as providências tomadas.


Parece que todo o mundo respirou aliviado, no tocante às denúncias contra Nestor Vidal, feitas por Cláudio, que pareciam exigir urgência, quando a justiça determinou que estavam anuladas todas as decisões tomadas pela Comissão Parlamentar de Inquérito. Agora, quando a Câmara voltou às atividades, ainda não se sabe quem assumiu a comissão até então presidida por Geraldão, e sequer se ainda investigação. Só houve, até hoje, bate-boca entre prefeitura e Câmara, por atraso de pagamentos e atraso de férias de funcionários. Entre Câmara e a prefeitura está o SISMA, sindicato dos servidores públicos de Magé, presidido por Sandra Silva. Ela está indignada, porque tenta falar com o prefeito, não é ouvida e o prefeito ainda a desafia a procurar a justiça.